Enquete: Em quem você votaria em 2018

Ver resultados

Carregando ... Carregando ...

a movimentação dentro dos partidos já é intensa para definir quais serão os nomes dessa disputa, separamos alguns nomes de peso para as eleições a presidência.
muitas mídias e redes de noticia divulgam dados exagerados para favorecer X ou Y candidato, mas a grande verdade é que muitos ou se não a maioria de nós nunca participou de tais pesquisas.
o cenário politico em 2018 ainda está indefinido e cabe a cada individuo pesquisar melhor sobre os candidatos
abaixo algumas informações sobre os presidenciáveis:

Pendências na Justiça, disputas partidárias internas, tempo escasso de propaganda no rádio e na televisão, alta rejeição ou falta de popularidade e impedimento para participar em debates são alguns dos desafios que os postulantes à Presidência e seus respectivos partidos ainda precisam driblar até agosto.

Apesar de a Justiça Eleitoral ainda não ter divulgado o calendário oficial das eleições, marcada para 7 de outubro, partidos trabalham com prazos para atrair políticos, firmar alianças e lançar seus candidatos na tentativa de aumentar suas chances eleitorais.

Mudança na legislação feita em 2015 reduziu de um ano para seis meses o prazo para filiação partidária de quem quer disputar a eleição. Em março, contudo, será aberta uma janela de 30 dias para a troca de partido de políticos que queiram se candidatar sem o risco da perda do mandato em curso.

Muitas bancadas apostam nessa janela para aumentar o número de representantes na Câmara e, assim, elevar o tempo de televisão e participar de debates.

Do total do tempo de propaganda, 90% será distribuído proporcionalmente ao número de deputados federais de cada legenda e o restante será distribuído igualitariamente. Para participar de debates na televisão, por sua vez, o candidato precisa estar filiado a um partido com mais de cinco deputados federais.

A BBC Brasil listou obstáculos dos principais pré-candidatos e partidos que já anunciaram a intenção de lançar um nome à Presidência da República.

Flavio Rocha

Nascido em 14 de fevereiro de 1958, Flávio Gurgel Rocha é um empresário brasileiro. Atualmente, exerce a função de CEO da a Rede de Lojas Riachuelo e da Midway Financeira, que fazem parte do Grupo Guararapes junto com as Confecções Guararapes Transportadora Casa Verde e Shopping Midway Mall. O conglomerado é um dos 15 maiores empregadores do País, com 40 mil colaboradores.
Em 2016, recebeu o prêmio empreendedor do ano, da revista IstoÉ Dinheiro, na categoria Varejo. Ex-deputado federal entre 1987 e 1995, foi um dos primeiros empresários a apoiar o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e a candidatura de João Doria à Prefeitura de São Paulo.

Jair Bolsonaro (PSL)
Segundo colocado nas pesquisas de intenção de votos, o deputado federal Jair Bolsonaro Ira disputar dentro do PSLé capitão da reserva do Exército e político brasileiro. Exerce seu sétimo mandato de deputado federal pelo estado do Rio de Janeiro. É pré-candidato à Presidência da República nas eleições de 2018.

Jair Messias Bolsonaro nasceu em Campinas, São Paulo, no dia 21 de março de 1955. Filho de Perci Geraldo Bolsonaro e de Olinda Bonturi, ambos descendentes de famílias italianas. Foi aluno da Escola Preparatória de Cadetes do Exército, de Campinas. Em 1977 formou-se na Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende, Rio de Janeiro. Cursou a Brigada de Paraquedismo do Rio de Janeiro. Em 1983 formou-se no curso de Educação Física do Exército. Chegou a patente de Capitão

João Almoêdo (Novo)
O ex-banqueiro João Amoêdo se afastou da presidência do partido que ele próprio ajudou a criar em 2015 para ser lançado pré-candidato à Presidência. Pelas regras do Novo, candidatos não podem exercer funções partidárias nos últimos 15 meses antes da eleição.

Amoêdo não é um nome que desfruta de popularidade e tem viajado o país para fazer palestras na tentativa de se tornar mais conhecido

Um dos criadores do partido Novo, João Amoedo deve ser o nome da primeira disputa presidencial

Novato em eleições gerais, o partido de Amoêdo conta com o apoio de profissionais liberais, de economistas que ocuparam cargos importantes no governo de FHC, como Gustavo Franco, e tem entre seus quadros o ex-treinador de vôlei Bernardinho. A legenda ainda tenta atrair tucanos descontentes que estão deixando o partido.

A maioria deles, contudo, são neófitos das urnas.

Formado em Engenharia Civil e Administração, Amôedo começou a carreira profissional trabalhando para bancos. Atualmente é sócio do Instituto de Estudos de Política Econômica/Casa das Garças.

Alckmin assume um PSDB desgastado pelas denúncias de corrupção contra integrantes do partido, em especial as que pesam contra o senador Aécio Neves, que disputou as eleições presidenciais em 2014. Alckmin também foi acusado de receber R$ 10 milhões em quantias não declaradas da Odebrecht, o que nega.

O governador também não sabe se e quando contará com o apoio do DEM, aliado de fiel de eleições anteriores. Coligada, a chapa PSDB-DEM teria, por exemplo, mais tempo de propaganda.

Alckmin já disputou as eleições presidenciais em 2006, quando perdeu para Lula no segundo turno.

Formado em Medicina, começou a carreira política como vereador e, depois, prefeito de Pindamonhangaba (SP). Em 1994, foi eleito vice-governador de São Paulo e acabou assumindo o governo com o agravamento da saúde de Mário Covas em 2001. Perdeu a disputa pela prefeitura de São Paulo em 2008, mas voltou como governador em 2010 e foi reeleito em 2014.

Marina Silva (Rede)
Com duas eleições presidenciais no currículo, Marina Silva lançou oficialmente a candidatura em 2 de dezembro. A ex-senadora e ex-ministra do Meio Ambiente, contudo, deve ter somente 12 segundos de propaganda e dificilmente a Rede vai se coligar com outros partidos para aumentar o tempo na televisão e no rádio.

Por isso, o primeiro obstáculo do partido é aumentar a bancada na Câmara antes do registro da candidatura para que Marina participe dos debates – a Rede, atualmente, conta com apenas quatro deputados federais.

Marina corre o risco de ficar de fora dos debates na TV e deve ter apenas 12 segundos na propaganda eleitoral obrigatória

Marina enfrenta uma rejeição de 24%, segundo o último Datafolha. Vai precisar também responder a críticas de ser omissa em momentos em que muitos aguardavam um posicionamento ou opiniões firmes sobre temas centrais ou disputas política e de ter declarado voto a Aécio Neves no segundo turno das eleições de 2014.

Avessa a embates e a ataques, a própria candidata avalia que será uma campanha extremamente agressiva.

Marina disputou as duas últimas eleições presidenciais, uma pelo PV e outra pelo PSB. Ela começou a carreira política no PT.

Ciro Gomes (PDT)
A candidatura do ex-ministro e ex-governador do Ceará é considerada “irreversível” pelo presidente do PDT, Carlos Lupi. À BBC Brasil, Lupi disse que o partido marcou para 8 de março um evento para confirmar o nome de Ciro como pré-candidato à Presidência.

A falta de aliados para fortalecer a candidatura numa coligação formal é um obstáculo a ser enfrentado. O PDT negocia alianças com o PSB e o PC do B. “São conversas que ainda estão em construção”, diz Lupi.

O estilo franco e impulsivo que há anos rende a Ciro a fama de “destemperado” pode ser um empecilho. “Todo mundo já teve uma palavra maldita ou foi mal interpretado”, pondera Lupi.

Ciro enfrenta uma rejeição de cerca de 22% do eleitorado, que segundo o Datafolha diz não votar nele de jeito nenhum, e não decolou. A depender do cenário ele tem de 6% a 10% das intenções de voto.

O temperamento explosivo de Ciro e a dificuldade de se formar uma coalização de centro-esquerda são desafios a serem enfrentados pelo candidato do PDT

Ciro Gomes já foi prefeito de Fortaleza, deputado estadual, deputado federal, governador do Ceará e ministro dos governos Itamar Franco (Fazenda) e Lula (Integração Nacional).

Ele já passou por sete partidos em 37 anos de vida pública. Ciro já concorreu à Presidência duas vezes, em 1998 e em 2002.

Manuela D’Ávila (PCdoB)
Ao anunciar a ex-deputada federal e atual deputada estadual no Rio Grande do Sul como pré-candidata, o PCdoB praticamente acabou com a possibilidade de o partido ser vice numa eventual chapa encabeçada por Lula.

Ao perderem o aliado, petistas classificaram a decisão do PCdoB como “erro histórico”.

O PCdoB de Manuela D’Ávila deve enfrentar dificuldade em desassociar a própria imagem da do PT, de quem foi fiel aliado

Manuela, de 36 anos, terá cerca de 20 segundos no tempo de propaganda e poderá participar de debates. Apesar de ter sido deputada federal por dois mandatos e líder do PCdoB da Câmara, Manuela não é um nome conhecido em todo o país. Conforme apontou o Datafolha, ela é conhecida por 24% do eleitorado.

Entre os obstáculos, provavelmente, também estará a dificuldade de desassociar a imagem do partido à do PT – em especial porque o PCdoB foi contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff e muitos de seus filiados defendem Lula das acusações que pesam contra ele na Justiça.

Manuela é jornalista de formação e foi a vereadora mais jovem da história de Porto Alegre, eleita aos 23 anos. Em 2006, foi para a Câmara dos Deputados, onde ficou por dois mandatos. Concorreu à prefeitura da capital gaúcha duas vezes, sem sucesso. É deputada estadual desde 2014.

Álvaro Dias (Podemos)
O ex-tucano ganhou fama no Senado por ser um ferrenho crítico da gestão petista e integrante ativo de CPIs (Comissões Parlamentares de Inquérito).

Ele trocou de partido para ser candidato à Presidência, mas ainda enfrenta o desafio de se tornar um nome mais conhecido nacionalmente capaz de conseguir mais que os 4% de votos que as pesquisas indicam para ele.

Segundo o Datafolha, o senador é conhecido por 44% dos entrevistados, mas apenas 9% disseram que o conhecem muito bem.

O Podemos é o ex-PTN e as projeções indicam que deve ter 12 segundos no rádio e na televisão.

Senador Álvaro Dias ainda tenta se tornar mais conhecido entre o eleitorado
Álvaro Dias cursou História e está no quarto mandato consecutivo de senador. Já foi vereador, deputado estadual, deputado federal e governador do Paraná. É de uma tradicional família de políticos do Paraná.

4 COMENTÁRIOS

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here